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Das bases

09/05/2017

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E de repente, suas últimas confianças são pó. O alicerce era fraco demais. Tudo desmorona.

Toda rocha era pedra sabão. Ou talvez mesmo,  uma pedra de sabão.

Não há nada, não há nada. Não há onde se apoiar e isso mina a vontade de ir adiante. Porque se eu der um empurrão não sei onde meus pés vão parar.

O sentido deixa de fazer sentido. A vida é um receptáculo oco flanando no vento.

Não há porque discutir quem está certo. O único desejo é deixar de existir.

 

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